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Marketing digital em 2021: 5 tendências que realmente vale a pena apostar

Atualizado: Mai 7





Todo ano, o mercado do marketing analisa as mudanças do período passado e pontua as próximas tendências do Marketing Digital. Para 2021, essa análise é atravessada pelas transformações ocasionadas por covid-19.


2020 tocou a vida de todos. A nova pandemia de coronavírus causou dor e perdas, mas também transformou comportamentos, tecnologias e a forma de se trabalhar que impactaram o Marketing Digital como um todo.


Enquanto as pessoas se adaptavam ao distanciamento social, as empresas precisavam fortalecer sua transformação digital e a sua presença no meio.


Diante disso tudo, a pandemia lançou novas tendências ou acelerou movimentos já apontados em anos anteriores, tanto no trabalho das equipes de marketing quanto no comportamento do consumidor, principalmente no consumo através da internet.


Então vamos entender como será o mercado do marketing digital e suas tendências para esse ano que já está quase na metade, mas, que ainda tem muita coisa por vir. Veja abaixo as 5 maiores tendências para esse ano:



1. Valorização das experiências em tempo real


Devido à necessidade de distanciamento social, a pandemia restringiu a circulação nas ruas. Dentro de casa, as pessoas procuram uma nova forma de vida.


Nesse caso, uma forma já poderosa de marketing digital se tornou popular: as famosas agora LIVES (ou transmissão ao vivo). Quem não assistiu programas de TV, jogos, cursos, palestras ou entrevistas ao vivo este ano?


No YouTube, Facebook, Instagram e certas plataformas (como Zoom), o número de transmissões ao vivo em todos os canais dobrou e o histórico de exibição.

A pessoas queriam ficar próximas umas das outras novamente durante o isolamento.


Mais que isso: elas queriam conexões humanas em tempo real, que aprofunda a proximidade e o envolvimento com o conteúdo e atende à ânsia de um público cada vez mais apressado e exigente.





E com as lives as marcas e pessoas podem ter um engajamento maior com seus seguidores e se conectar com seu público.


Apesar de terem se desgastado ao longo de 2020, as lives são um dos principais formatos em tempo real que você pode explorar em 2021. As marcas podem fazer entrevistas, perguntas e respostas, palestras e webinars, por exemplo.


Mas lembre-se de inovar fazendo com que o público interaja com o que está sendo transmitido ao vivo, seja por meio de perguntas, respostas e etc.



2. Crescimento do TikTok e Reels no Brasil


o TikTok se consolidou no Brasil em 2020. Durante a quarentena, no primeiro trimestre do ano, foi o app mais baixado do mundo, com 2 bilhões de downloads e caiu no gosto do brasileiro de forma impressionante.


Portanto, o crescimento do TikTok é uma das principais tendências de Marketing Digital para ficar de olho em 2021. Desvendar o algoritmo do TikTok e entender como viralizar por lá é um dos desafios para o próximo ano, mas vale ficar de olho no que os outros usuários estão fazendo para aproveitar e viralizar.





Além disso, novas formas de publicidade e parceria com os criadores de conteúdo da plataforma podem entrar na sua mira.

Os Reels devem ser acompanhados de perto em 2021, porque também tendem a crescer. Afinal, a ferramenta conta com a base de usuários que já está no Instagram e já gasta horas do seu dia por lá.


Mais importante ainda que estar no TikTok ou no Reels é entender a linguagem de conteúdo que essas plataformas estão consolidando.


São vídeos rápidos, que pouco se preocupam com uma qualidade profissional e procuram explorar os efeitos e trilhas para criar um conteúdo criativo que viralize. Eles servem para dar risada, mas também para educar e informar, mas sempre com um toque de humor.


3. Aumento na criação de conteúdos interativos


por que a conteúdo interativo volta a ser uma tendência de Marketing Digital para 2021?


Essencialmente porque passamos por um ano de distanciamento social, que nos impediu de estar perto das pessoas presencialmente e levou as interações para as telas.


Por isso, as marcas passaram a investir mais na interatividade para criar um envolvimento humano e deixar o público mais próximo da empresa de seu conteúdo.





Mas a interatividade também é tendência porque as marcas precisam, cada vez mais, criar conteúdos que se destaquem em meio a uma infinidade de publicações na web.


Quizzes, calculadoras, ebooks, infográficos, questionários e vídeos interativos são alguns exemplos de conteúdos que despertam interesse e envolvem a atenção do usuário por um tempo, mas , depois perdem força diante de tanta informação.


Em 2020, vimos centenas de gráficos explicando o que é o novo coronavírus, como está a média móvel de casos ou como o contágio é reduzido com o uso de máscaras. O jornal New York Times criou vários infográficos assim.


4. Marcas mais humanas e comprometidas


A pandemia do coronavírus também mexeu com as nossas emoções. Os sentimentos ficaram à flor da pele diante do cenário de perdas e incertezas, que escancarou a vulnerabilidade humana contra um vírus microscópico.


As marcas também foram afetadas por esse cenário e perceberam a sua fragilidade diante das mudanças do mercado e necessidade de adaptação rápida e constante.



Porém, aquelas marcas que souberam assumir sua condição humana e compreender seu papel em um momento de dificuldade conseguiram se conectar com as pessoas. Elas se humanizaram e ganharam a identificação dos consumidores.


5. Foco em dados e performance de conteúdo


Na pressa de produzir a maior quantidade de conteúdos possível, muitas marcas deixam para trás algo que pode potencializar suas estratégias: a análise de dados.


Se o Marketing de Conteúdo tem objetivos, a estratégia deve ter indicadores para dizer se está no caminho certo.


Uma boa análise das métricas mostra se o conteúdo teve ressonância com o público, se gerou as conversões esperadas, se alcançou o número de pessoas desejado, entre outros objetivos. Essas informações servem para otimizar as estratégias para que elas gerem mais e mais resultados.



Só que, quando as marcas priorizam a quantidade em vez da qualidade, elas não têm tempo para analisar dados. Por isso, o slow contente (conteúdo de qualidade) deve se aliar ao marketing data-driven (marketing orientado por dados).